terça-feira, 4 de outubro de 2011

Com insônia nada é real.

Eu não sei com que frequência você costuma falar de amores, não sei com que frequência você costuma troca-los, usa-los, senti-los. Só sei que eu costumo evita-los, ignora-los, deixa-los pra lá. Porque eu sei que o que vem por diante não é nada agradável, nunca.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Uns juntando inimigos, outros juntando dinheiro...

...Sempre tem um pra testar sua fé.

Tenho exatamente 20 anos, 3 meses e um dia de vida e em todos esses anos, meses e dias o que foi que eu fiz? Nada. E quando paro para pensar, só penso que o que eu quero da vida é exatamente não fazer nada, ficar parada no meu lugar, beber um café com a minha mãe e uma cerveja com meus amigos... mais nada. Cada dia surge uma ruga nova, um conhecimento a mais que só serve para me deixar com a cabeça quente. Todos tem problemas.
Essa semana deu vontade de ligar pra um colega meu que mora meio longe, perguntar se ele não queria fazer algo louco, (nem tão louco assim) tipo sair por ai sem rumo, deixar a casa por uma semana, esquecer que o mundo existe, tomar um chocolate quente na frente do mar e não fazer mais nada. As vezes eu acho que essa crise se chama "crise dos vinte anos e três meses", quando a gente quer fazer tudo e nada ao mesmo tempo, deixando de fazer ambos.
Eu acabei não ligando pra esse meu colega, afinal, eu nem sei se ele ainda lembra meu nome e nem sei se ainda lembra que eu existo, mas algum dia eu tomo coragem e ligo, pergunto se ele não quer fazer nada comigo.

Não sei porque eu ainda perco meu tempo escrevendo alguma coisa, pois, semana passada minha professora de "Recepção e produção de texto" disse que ninguém escreve simplesmente porque as palavras aparecem na cabeça. Acho que eu sou um fraude, não quero saber que "gênero" é meu texto e muito menos dizer porque e para quem eu escrevo ele. Se eu contar, você não vai acreditar.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

entrelinhas.


fromme-toyou:  Busy day in Manhattan… but there’s always time for the paper.

Palavras, por favor, me acompanhem.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Tempo.

Resolvi seguir alguns conselhos, vou dar tempo ao tempo, mas antes de mais nada preciso me justificar e dar baixa em algumas pendências que eu imagino que iriam atrapalhar minha pausa.

Aos mais próximos, amigos de 10 anos ou alguns meses, eu peço desculpas pela maneira fria que ando tendo, juro que não sou assim, vocês que me conhecem sabem. Andei vacilando, tomei muito na cara nos últimos meses, acho que esse final de 2010 foi a pior fase da minha vida, devo ter descontado muito em quem não tem nada a ver com isso, mas confiem em mim quando digo que não sou assim, é que simplesmente o nó na minha garganta é constante, tento disfarçar minhas frustrações, por hora até consigo, belos minutos de distração. Eu só preciso desse tempo, mesmo.
Tentei de tudo para ver se isso passava, mas percebi que nada adianta. Não vou sair por ai enchendo a cara, fingindo que está bem, e no outro dia sentir a dor em dobro, nunca fui assim e não é agora que vou usar isso como anestésico. Por vezes tentei sair de casa, encontrar as pessoas, iludir eu e todos, arrumar novos "amores", conhecer gente diferente... mas no fim acabei no mesmo lugar, sempre com frustrações maiores, com a dor e a angustia em dobro, cansei de procurar a paz nos outros, cansei de confiar no mundo sabendo que ele é o que mais me machuca.
Foram tantas as vezes que eu tentei semear o amor e não recebi nada em troca, não que eu quisesse algo para mim, mas queria o coletivo disso tudo, se é que existe, parece que o amor entre os seres humanos foi preso, não sei porque, você ama mais se Ipod do que seus amigos, você diz "eu te amo" em silêncio para um ídolo seu que nem vivo está, mas nem da "bom dia" pra alguém que está com você todos os dias. Não vou reclamar das reclamações, até porque eu estou aqui, parada, escrevendo pra talvez ninguém ler, enquanto não resolvo nada, nem da minha vida, nem da vida em geral, o problema é esse, perco metade da minha energia reclamando, sem fazer nada para tentar mudar.
Mas de qualquer forma, não se assustem se esse meu período de "hibernação" durar 1 minuto, 1 dia, 1 mês ou 1 ano e meio, afinal, estou tão inconstante que não sei nem mais o que escrevi nas últimas 5 linhas.

Aqueles que me entendem de verdade irão respeitar.


se eu me chamasse Raimundo

seria uma rima, não seria uma solução."

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Queda.

Andei confundindo as coisas, várias vezes. Me tornando quem eu não sou, abrindo mão de mim, valorizando seres que no fundo não dão a mínima, enquanto quem merecia eu deixei de lado, joguei fora. Assim, sem mais nem menos, fui me tornando fria, as coisas passaram a não me afetar tão forte, deixei de me importar, com tudo e com todos, sem exceções.
Cada segundo fui criando um universo paralelo mais real. Sem me dar conta que meus pés estavam muito longe do chão, e como já era previsto, caí. Foram dias, meses, anos, até a queda se concretizar, mas quando estava chegando ao chão criei uma nova técnica, era como se eu freasse, levitasse, pairei no ar segundos antes de dar de frente com o chão e novamente, já por não sei quantas vezes, criei um novo escudo. Pensei comigo: "Quantos mais?". O que era frio, congelou.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

E como se não me bastasse...

Cabeça cheia, corpo vazio, uma série de problemas. E como se não me bastasse a rotina, cansaço, dor, lágrimas, falta de afeto, grana curta, contas, saudade, perdas, reclamações, sono, fome, juros... A flor do quintal morreu, mais uma vez.

sábado, 26 de março de 2011

A história que os livros contam

Esses jornalistas são todos totalmente loucos, conclui isso quando conheci uma menina chamada Elen Canto. Ela apareceu e trouxe a esperança de eu não estar sozinha no mundo, afinal, antes mesmo de eu conhece-la, já fazia coleções estranhas, como a coleção de coisas que se acha nos livros, isso sem contar que sempre gostei de ler as dedicatórias deixadas em livros usados...
Como disse, me sentia sozinha e excluída no mundo, quando esse santo anjo caiu na minha vida, me falando de um projeto, dizendo gostaria de criar um blog, com fotos e materiais sobre as dedicatória, eu fique super empolgada, mas acabei por achar que era "fogo de palha", que ela nem ia levar isso pra frente. Até que... Me aparece um email com os seguintes dizeres:

"Gente, está no ar o nosso blog. Adoraria ter a participação de vocês, sempre que possível: ahistoriaqueoslivroscontam.tumblr.com

No Facebook: http://www.facebook.com/home.php?sk=group_113114818767471"

Eu pirei mais do que o normal, me empolguei de tal forma... que precisava compartilhar, sei lá.
Esse tipo de coisa não se encontra todos os dias.