sexta-feira, 30 de abril de 2010

Ultimamente estou tendo dificuldades para postar, tenho tempo de sobra, mas me faltam ideias.

Ontem na escola eu e mais duas colegas resolvemos fazer lista dos livros que já lemos e vi que eu sou realmente muito severa com relação à algumas obras, por exemplo... Já li Brida do Paulo Coelho e sinceramente não coloco na minha lista! Não considero livros do Paulo Coelho literatura e nem tenho orgulho de falar: "Eu já li Brida!". A minha lista ficou bem menor do que a das meninas, elas consideraram livros como "Porque eles fazem sexo e elas amor", "Crepúsculo", "Lua nova", "Amanhecer" e o caralho a quatro, "Casais não sei o que lá enriquecem juntos"... Tenha dó!
Dai foi que eu percebi porque tantos erros de português, tanta dificuldade em ler Dom Casmurro... e pra mostrar que eu tenho razão de ser turrona, vou colocar um print de um texto que uma dessas amigas fez no word e eu fiz uma correção básica, o texto é sobre o filme "Uma lição de amor".
Clique na imagem para aumentar :)


terça-feira, 27 de abril de 2010

As vezes é bom surpreender!

You're now chatting with a random stranger. Say hi!
You: u have lastfm?
Stranger: Yes!
You: link plz :)
Stranger: http://www.last.fm/user/lynoure
Stranger: Thank you for surprising me.

sábado, 24 de abril de 2010


Deixa assim, como está. Subliminar.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

A vida de um manequim...

Alguns são feios, outros são amputados, a maioria toma sol demais, ficam com vontade de tomar o sorvete da loja da frente, ouvem conversas chatas sobre as roupas que vestem, enfim, a vida de um manequim é realmente muito dura.

Cade o amor, menina?

Ontem, estava em uma lanchonete na frente da escola, esperando a chuva passar e de repente chegou um menino que estuda lá também e me disse:
- Eu sei que você não gosta de mim, mas eu quero sentar ao seu lado.
E eu com os fones de ouvido, nem prestando muita atenção, só balancei a cabeça afirmando.
- Porque você odeia todo mundo? - Ele perguntou.
Nessa hora eu já estava inquieta, pensando em sair daquele lugar cheio de gente chata, e acabar com aquela conversa que estava tendo com o ser que tinha um daqueles 'moicanos' que mais fazia ele parecer um dinossauro ou coisa do tipo.
Eu calmamente tirei o fone e disse:
- Não odeio todo mundo.
- Mas você nunca fala comigo. - Disse ele com um tom choroso.
- Eu só não gosto de você.
Ele desviou o olhar e disse:
- Eu vou continuar sentando ao seu lado quando te ver.
E saiu.
Quando coloquei os fones de novo, estava tocando um trecho de uma música da banda Gram que diz assim: "Faça alguém feliz, vão lembrar de você ao sorrir".
Será que as vezes eu sou muito rude ou tenho mesmo que não dar bola pra esse tipo de gente sem cultura?

quinta-feira, 22 de abril de 2010



Hominis canidae


E foi como se eu enfiasse meu coração numa caixa de papel, dessas embrulhadas com celofane.
Foi como se eu entregasse a caixa em um correio próximo e dissesse:
“Envie para um lugar bem distante, por favor:
vou tentar viver sem ele por um tempo.
Vamos ver como é isso.”

“ ...Então eu serei a hiena” - disse o senhor Cioram.
E ele estava certo. Acompanhei-o até o vagão do trem, mas ele pestanejou.
Preferiu ir caminhando...
“Dadas as circunstâncias de meu trabalho” - disse ele, “é mais seguro que eu vá à pé...”

Eu serei o foco,
eu serei a disseminação,
eu serei a improbabilidade dos fatos,
o quase zero de possibilidade,
eu serei a fraqueza de caráter,
eu serei o mesmo erro que se comete pela centésima vez,
eu serei o sentimento de impotencia diante do espelho,
eu serei todo o tempo perdido e irrecuperavel,
eu serei a perda da inocencia pelo jeito mais difícil,
eu serei a motivação de Raskholnikov.
Eu serei a hiena.



quarta-feira, 21 de abril de 2010

Dizem que quando é proibido é melhor, talvez seja mesmo, né?
Tão singelo quanto uma menina dos pés gordinhos correndo descalça por ai, tão comum como um apelido que dura até hoje, e quando vejo aquela janelinha do msn subindo escrita "Oi Jota" sei bem quem é antes mesmo de olhar o nick. Um beijo de baixo de um cobertor de oncinha (ui) e anos depois uma noite de melancolia pra tentar esquecer ex-relacionamentos que não deram certo. A vida é confusa mesmo, mas tem pessoas que simplificam ela pra você, assim, do nada, sem juras de amor, sem conversas longas no telefone, sem compromisso nenhum, sem justificativas, sem príncipes e sapos.
Nada tão explicito, né. Você sabe como que é.


ah, e só pra dar um clima de nostalgia... um trecho de uma música que talvez faça parte de tudo isso.



Green Day - Waiting

I've been waiting for a long time
For this moment to come
I'm destined
For anything...at all
Downtown lights will be shining
On me like a diamond
Ring out under the midnight hour
No one can touch me now
And I can't turn my back
It's too late ready or not at all

I'm so much closer than
I have ever known...
Wake up


(...) A maciez e fragilidade dos filhotes de animais nos inspiravam igual sentimento de intensa dor. Ela queria ser enfermeira em algum país faminto da Ásia; eu queria ser um espião célebre. (...)


Trecho do livro "Lolita de Vladimir Nabokov"

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Tenho apenas 1 minuto para postar.

Sabe, hoje eu encontrei uma pessoa no orkut que tem 99% de comunidades parecidas com as minhas ou comunidades que possivelmente eu entraria, e me apaixonei por ele durante uns 10 minutos...

***

Mas que graça tem eu gostar de alguém quem e tão bobo quando eu?

***

Não tem graça mesmo essas pessoas que se parecem comigo. tsci tsci tsci.

***

Mas ele está até uma comunidade do Tomas Kalnoky!
É bastante interessante, mas sem a mínima graça. Eu até trocaria umas 3 palavras com ele, mas aposto que ele também deve me achar completamente sem graça.

O que vem depois do final?

Estou lendo um daqueles livros que valem por 1,000. E não sei se eu realmente sou louca ou todos somos. Falta umas 20 paginas para eu terminar ele, mas fico adiando, escolhendo o momento certo, em que eu não esteja emocionalmente abalada, para o vazio do final não ser tão intenso. Estou adiando tanto, que nesse intervalo que eu dei, já consegui terminar um outro livro, sem tanta importância.
Sabe aquele tipo de coisa que todo mundo faz, mas você pensa que é o único? E tem medo de falar pra alguém e ser chamado de louco? Mas... sempre aparece algum salvador da pátria que faz você perceber que todo mundo faz aquilo? Tipo tirar tatu do nariz e colar na parede.
Então... estou procurando outro louco pra dizer que é normal adiar a leitura.

terça-feira, 13 de abril de 2010

What have you done with all your time

Essa noite eu me revirei na cama e a culpa é sua, eu rolei de um lado para o outro durante horas. Fechei e abri os olhos milhões de vezes e imaginava sua mão quente na minha cintura a me aquecer, sentir sua respiração mansa em meu cabelo e dar um sorriso de leve para não passar a impressão de ser patética. E olha que eu não posso nem falar que era um sonho, porque ainda estava acordada, era mesmo coisa da minha cabeça, mas além dela, do meu coraçãozinho que não amansa e que se contenta com quase nada e com muito pouco, que fica feliz com uma mensagem no celular, sem nem mesmo saber se foi você quem escreveu, ou quando não se cabe em si quando é ele quem puxa assunto, mesmo que eu saiba que ao longo da conversa ele vai me magoar. Eu sempre arrumo um jeito de me enganar, mentindo para mim mesma: ele nem é assim tão diferente dos outros, apenas aprecia muitas coisas que eu gosto e eu sou sempre a mesma guria sem sal nem açúcar, que não tem nada a dar e a receber. Só porque ele tem um cheiro inconfundivel, um sorriso lindo, o melhor abraço? Só isso.
E ontem, nessa noite, eu ali sem sono, te desejando por um dia, uma noite, um momento, desejando voltar a aquele último "encontro" e ter ido falar com você um pouco antes, mesmo sabendo que seria breve do mesmo jeito, ter te beijado com força e te abraçado pra que nada tivesse mudado drasticamente.
Já nos explicamos, conversamos, nos declaramos e nada vai mudar. Eu em você, você em outra pessoa, acontece.
Não é novidade, a previsão do tempo já foi dada à tempos. É, você mexe comigo.
Tomara que esse sentimento não vire pó.





*Essa é uma adaptação de um texto que eu gravei de algum lugar, mas não me lembro de onde, só sei que É assim.


I must insist
On being a pessimist
I'm a loner in a catastrophic mind
I'm so pleased I never gave up on him
Oh well you wouldn't believe some of the things that he did
And everyone said you have to give him some time
And I'm glad that I gave it to him cause now everything's fine


segunda-feira, 12 de abril de 2010

Eu sou herói de ninguém e quero um quarto sem espelhos, um corpo sem nome pra abraçar com os joelhos.


- É Nenê, eu também quero.
Porque você ainda acha que um cara em sã consciência daria bola para uma menina que usa camisetas de desenho animado, tem o cabelo de cores engraçadas e mais de 3,300 execuções no LastFM de uma banda que dizem ser emo da pior qualidade? É, meu bem, a vida não e tão boa quanto você imagina, e se tem diversão ela te traz medo, é como um parque de "diversão" com brinquedos de tortura contínua. Ou não.


Chega de versinhos infantis, menina. Essa tua terra do faz de conta não existe, aliás, isso só da certo em filmes. E se eles se foram, a culpa foi sua, cuide melhor da próxima vez. Você deveria estar estudando.

sábado, 10 de abril de 2010

Como não ser repetitivo?


Sem estro no momento.
Tem dias que vem 1.000 possíveis posts na cabeça, e hoje nada. Fico de cara, mas tudo bem, vamos pensar...
Vou falar de um fato rotineiro, mas que eu acho bem válido.
Eu recebi essa semana meu primeiro livro do site trocando de livros, encomendei "Amor nos tempos do Cólera - Gabriel Garcia Marquez" e no meio do livro achei duas coisas que me fizeram valer o pedido (além da obra, claro), tinha no meio do livro uns vales alimentação e um recibo de dentista, normal, não? Não! Eles são de 1988! Muitos não levam em consideração, mas eu não tinha nem nascido! No recibo tinha o nome de uma tal Maria, e eu bem feliz fui no pai google procurar sobre ela, e apareceu uma médica fisioterapeuta, eu fui correndo anotar o endereço do consultório dela e essa semana mesmo vou encaminhar uma carta com os pertences dela, aposto que ela vai ficar chocada e vai ficar com medo de abrir a carta e ter antrax, hoho. E como eu sou curiosa vou pedir para ela entrar em contato, até pensei em deixar em uma cabine telefônica como Amélie Polain fez, mas lembrei que no Brasil não existem cabines telefônicas por toda a parte e que a tal Maria mora no Rio de Janeiro.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

92 Graus em situação de emergência!

“Tudo o que dependeu de mim neste tempo todo, fiz com todas as minhas forças e com tudo o que tinha e o que não tinha, porém sem resultados positivos, só balada mesmo, e isto não muda em nada a postura e o futuro de nossa arte, que está à deriva, ainda mais com a nova onda dos covers e pistas de dança que invadem a cidade.”



Essas são apenas algumas linhas da mensagem de desabafo que o músico e produtor JR Ferreira, proprietário da histórica casa de shows independentes 92 Graus, enviou há duas semanas a alguns amigos. Após 18 anos de serviços prestados ao underground curitibano e nacional, o 92 Graus parece dar seus últimos suspiros neste mês. “Estou cansado, pensando mesmo em dar um tempo. Venho tentando encontrar formas de manter o bar aberto de uma ma neira financeiramente viável, mas está difícil. Acho que dessa vez, não vai ter jeito”, lamenta o músico, visivelmente triste.

Além das razões citadas no primeiro parágrafo do texto, o desânimo de JR deve-se a uma combinação de acontecimentos infelizes, que vêm dificultando sua vida de empreendedor independente. A primeira e mais preocupante delas é a renovação do contrato do imóvel que hoje abriga o 92 Graus, no bairro São Francisco. A imobiliária pretende dobrar o valor da locação, o que tornaria o funcionamento do bar impraticável. “Apresentamos uma contraproposta e teremos um retorno nas próximas semanas”, explica.

Fora o impasse imobiliário, um pequeno incêndio em um dos banheiros do bar, há duas semanas, complicou ainda mais as coisas, gerando gastos imprevistos. Para completar, JR teve as senhas violadas de suas contas no Orkut e no Gmail, impossibilitando a divulgação dos shows e o contato com as bandas, já que sua lista de e-mails foi totalmente excluída. O prazo de validade do domínio do site do bar (www.92graus.com) também venceu e não foi renovado devido à incerteza se o local continuará aberto ou não. “Tudo o que podia acontecer de ruim veio ao mesmo tempo”, diz.

Como possíveis soluções, JR vem buscando parceiros que possam investir no bar, mas a ideia de “passar o ponto” adiante, por enquanto, lhe parece a alternativa mais provável. “Estou analisando tudo como um negócio mesmo. Penso em vender a marca 92 Graus, que inclui o equipamento para shows e o alvará para bandas ao vivo”, revela.

Segundo o músico, até o dia 27 de abril o bar ainda irá contar com uma programação de festas e shows, que serão divulgados nos próximos dias, marcando a despedida do espaço e, quem sabe, o mantendo “respirando” por mais algumas semanas. Enquanto isso, JR está aceitando ideias e propostas que possam garantir o funcionamento do espaço. Basta entrar em contato pelo e-mail 92graus@bol.com.br.


***

Enquanto tem uns afim de ajudar, o movimento underground da cidade (tipo no 92), tem uns que só pensam em dinheiro, dinheiro, dinheiro, isso que está fazendo o 92° falir, alguns produtores fazem shows só para sugar dinheiro dos outros mesmo, como esses covers (quem mora em Curitiba sabem muito bem o que é isso), tem produtores que tiram mais de R$ 1.000,00 de lucro com bandas que se penam para vender ingressos enquanto o JR vende ingressos a R$5,00 ou até de graça (feminino) muitas vezes. Não é querer falar nada (mas já falando) é decepcionante ver um espaço cultural sem receber o mínimo de auxilio.

***


Tomara que esse post não seja uma despedida ao lendário 92, mas vai ai uma foto memorável.



Matéria aqui:

http://www.gazetadopovo.com.br/cadernog/conteudo.phtml?tl=1&id=989291&tit=92-Graus-em-situacao-de-emergencia

terça-feira, 6 de abril de 2010

Intervalo

"O intervalo é a hora em que você vive.
E quando você vive geralmente desiste.
É por isso que nunca te deixam parar.
Até nos filmes os intervalos são entupidos.
Cheios de produtos pra comprar.
Coisas pra engolir.
Gente pra querer.
Música bonita.
Felicidade.
O intervalo é a hora em que você sabe.
E quando sabe geralmente para.
É por isso que nunca respirou.
Só colocou ar pra dentro e pra fora.
O intervalo não é coisa de deus.
Porque deus tem controle remoto.
Mais de duzentos canais.
Incluindo os de putaria.
E você só uma tela preta.
Em que imagina sua vida
Sem poder mudar de canal.
Nem parar. "


-Os Funerais do Coelho Branco.

domingo, 4 de abril de 2010

Cada vez que respiramos, afastamos a morte que nos ameaça.
(...) No final, ela vence, pois desde o nascimento esse é o
nosso destino e ela brinca um pouco com sua presa antes de
comê-la. Mas continuamos vivendo com grande interesse e
inquietação pelo maior tempo possível, da mesma forma que
sopramos uma bolha de sabão até ficar bem grande, embora
tenhamos absoluta certeza de que vai estourar.


Bom começo de livro, não é mesmo Schopenhauer?

sábado, 3 de abril de 2010

Sabe, eu entendo pouca coisa de algumas coisas, conheço um pouco da minha cidade, li algumas obras de Kafka, entendo de filosofia, já viajei para fora do Brasil (sim, paraguay), já estive em 7 estados brasileiros, já ouvi muitos tipos de músicas, já beijei meninas, chorei por meninos, briguei por amigos, li literatura francesa, já estudei vocabulário, o verbo 'to be', já olhei minha saliva no microscópio, já 'decorei' que micro-ondas tem hífen e que filtro solar é extremamente bom pra saúde, já virei madrugadas estudando sobre o romantismo, já fiz questionamentos a andarilhos, já andei descalça na lama, já mandei cartas de amor, já emprestei algo a alguém com a intenção de ve-la novamente, já dormi em uma casa flutuante no rio Teles Pires, já amei quem não devia, briguei com quem me ama, já andei de skate, bicicleta, roller, rolimã, avião, ultraleve, barco... já bebi até vomitar, já comi formiga, já fui 'atacada' por uma taturana oblíqua, já tive infecção urinária, tenho amidalite crônica e gastrite, mas apesar de tudo isso, eu ainda não encontrei a cura para esses suspiros constantes.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Talvez um voltasse, talvez o outro fosse. Talvez um viajasse, talvez outro fugisse. Talvez trocassem cartas, telefonemas noturnos, dominicais, cristais e contas por sedex (...) talvez ficassem curados, ao mesmo tempo ou não. Talvez algum partisse, outro ficasse. Talvez um perdesse peso, o outro ficasse cego. Talvez não se vissem nunca mais, com olhos daqui pelo menos, talvez enlouquecessem de amor e mudassem um para a cidade do outro, ou viajassem junto para Paris (...) talvez um se matasse, o outro negativasse. Seqüestrados por um OVNI, mortos por bala perdida, quem sabe. Talvez tudo, talvez nada.

Caio Fernando Abreu
Si no puedo bailar, no es mi revolución

Eu te divirto, mas te canso



"I don't love you anymore"

Recesso o caramba!

Chega de datas comemorativas! Quinta feira santa? Nunca ouvi isso, as pessoas só estão atrás de uma rede na varanda e um acarajé, ainda me perguntam se eu vou trabalhar na quarta feira, e eu sempre digo "Me dê um bom motivo para não ganhar dinheiro". Não sou muquirana, só acho que ficar adicionando recessos no calendário não faz bem para ninguém, hoje tentei ir na agência de viajens para programar uma viagem de final de ano, e acredita... estava fechada! Já não basta os servidores públicos e os comedores de acarajé? (Nada contra, até porque todos sabem que quando se faz letras se tem uma grande chance de ser servidor publico). Mas uma coisa eu digo, hoje eu estou trabalhando e não caiu pedaço, amanhã, no feriado não vou trabalhar, mas sábado não é santo, certo? Eu vou trabalhar no sábado! 'hunf'